Acervo vigente
Contrato, alterações, atas e procurações com versão que vale.
SOCIETÁRIO
Direito societário na busca traz tese de M&A. A empresa precisa do básico que trava o banco e o contrato: contrato social vigente, procuração e o ato que a Junta ainda não registrou.
Societário disperso (contador, sócio, despachante) quebra na hora de assinar, abrir conta ou receber investimento.
A AFIRMA organiza o acervo e opera o que precisa de Junta. Não substitui o registro público: empurra o protocolo e guarda a via vigente.
LTDA que muda quadro, endereço ou administração.
Startup que vai ouvir ‘manda o societário’ do investidor ou do banco.
Empresa em que ninguém sabe se a procuração ainda vale.
Contrato, alterações, atas e procurações com versão que vale.
Poderes visíveis antes de assinar o contrato comercial.
Ato alinhado ao que a Junta aceita; status no portal.
No app, societário tem prazo: procuração a vencer, ato pendente, documento vigente.
O pedido de alteração nasce como solicitação, com anexo no mesmo card.
O time confere cláusula, quem assina e o que costuma devolver na Junta.
Due diligence e banco leem o acervo. Não se monta pasta na véspera.
Alerta antes. Nova alçada ou novo instrumento, sem assinar no escuro.
Está na plataforma. Direito societário de rotina evita o mutirão.
O ato sai certo: objeto, assinatura e documento de quem assina.
Quem é sócio, quem administra, quem pode assinar e o que está registrado. Sem isso, contrato e banco travam.
Alteração malfeita volta. A AFIRMA opera o ato no recorte da empresa; teses de M&A pontuais continuam pontuais.
Não. PME que toma crédito, abre filial ou muda quadro tem o mesmo pacote, com outro vocabulário.
Se isso descreve a sua empresa, o diagnóstico mostra o recorte — Startups, PMEs ou Corporate — sem compromisso de proposta.