INVESTIMENTO

Due diligence para startups: o data room não nasce na véspera.

Preparação para investimento é o nome educado de “os papéis não batem”. Due diligence pede o que a operação deveria ter acumulado desde o primeiro contrato.

Qual problema resolve

O term sheet chega e a startup monta Drive com 80 arquivos. Contrato social desatualizado, PI no nome da founder, vesting de napkin, cliente enterprise com minuta nunca revisada.

Due diligence para startups não se resolve com uma semana de escritório. Resolve-se com acervo e dono ao longo do crescimento — e um sprint só no que ainda faltar.

Para quem serve

Founders que vão captar ou já ouviram que “precisa arrumar o jurídico”.

Startups em Growth/Scale no recorte AFIRMA, com volume contratual e equity.

Quem já tomou um “data room incompleto” e não quer repetir na próxima rodada.

O que a AFIRMA entrega

Acervo contínuo

Contrato, societário e documento já na plataforma. A due diligence lê o que existe, não o que se improvisou.

Pacote da rodada

O time monta o que o investidor pede: cap table, atos, PI, contratos materiais.

Buracos visíveis

O diagnóstico mostra o que falta antes do fundo pedir. Correção com prazo, não surpresa na Q&A.

Como funciona o app

No app, o que seria pasta de data room já é o acervo da empresa: vigente, pendente, a vencer.

Quando a rodada começa, a operação marca o que é material e o que ainda precisa de ato (alteração, PI, acordo de sócios).

O founder acompanha o que o investidor pediu como fila — não como e-mail de 40 anexos.

O que a operação humana faz por trás

A operação humana sabe o que due diligence de verdade olha: poderes, PI, contratos com change of control, people, societário que não bate.

O time não embeleza a pasta. Executa o que está errado (ato, registro, minuta) e documenta o que é risco conhecido. Isso é Legal Ops de Scale, não um PDF de checklist.

Situações reais

Fundo pediu o data room em 10 dias

Se a operação já rodava, sobra o sprint do que falta. Se não rodava, o diagnóstico diz o que é impossível nesse prazo — com honestidade.

Marca registrada no CPF da founder

Aparece como buraco. A operação trata a cessão antes de virar dealbreaker.

Contrato com cliente trava change of control

Está no acervo, marcado. A conversa com o fundo não começa no escuro.

Perguntas frequentes

Isso é um projeto avulso de due diligence?

Pode ser um sprint. O desenho da AFIRMA é a empresa já operar o jurídico, para a próxima rodada não repetir o mutirão.

Substitui o escritório da rodada?

O counsel da operação e o escritório do deal podem conviver. A AFIRMA entrega o acervo e a operação; o parecer de M&A pontual continua pontual.

Estamos cedo demais?

Cedo demais para fundo não é cedo demais para acervo. O primeiro contrato de cliente já é o começo da próxima due diligence.

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Próximo passo

Se isso descreve a sua empresa, o diagnóstico mostra o recorte — Startups, PMEs ou Corporate — sem compromisso de proposta.